
Europa e Espaço Schengen
- Exigência formal de entrada, não é opcional
- Mínimo de 30 mil euros em despesas médicas
- Apólice válida em todos os países da viagem
- Documento apresentável na imigração
A viagem dos sonhos não combina com hospital cobrado em euro.
Assistência médica, bagagem e imprevistos cobertos, com central 24 horas em português. Obrigatório para a Europa, recomendado para todo o resto.
Gratuito, sem compromisso, resposta no mesmo dia útil.

Seguro viagem é a apólice que cobre despesas médicas, hospitalares e outros imprevistos durante uma viagem, dentro ou fora do Brasil, pelo período contratado. É regulado pela SUSEP.
A cobertura mais importante é a de despesas médicas e hospitalares. Fora do Brasil, seu plano de saúde não vale e o SUS não existe: uma internação nos Estados Unidos ou na Europa é cobrada em moeda estrangeira, e o Itamaraty é claro ao orientar que o governo brasileiro não custeia tratamento médico de brasileiros no exterior.
Existe seguro viagem nacional e internacional. O nacional cobre o que o plano de saúde não alcança em viagem: remoção médica entre cidades, extravio de bagagem e atraso de voo.




Despesas médicas são a base de qualquer apólice. As demais entram conforme o destino, a duração e o perfil da viagem.
A cobertura central: consulta, exame, internação e cirurgia por doença ou acidente durante a viagem. É o valor que o Espaço Schengen exige e o que define se você será atendido sem desembolsar.
Atendimento de urgência em caso de dor aguda ou trauma dentário.
Remoção até o hospital adequado, por via terrestre, aérea ou marítima.
Retorno ao Brasil com acompanhamento médico quando há indicação clínica.
Custeio do translado em caso de falecimento durante a viagem.
Indenização complementar à da companhia aérea, mediante registro da ocorrência.
Reembolso de despesas com hospedagem e alimentação pelo tempo de espera previsto.
Danos que você venha a causar a terceiros ou ao imóvel em que estiver hospedado.
Ligue para a central 24 horas antes de procurar hospital. É ela que indica o prestador da rede e autoriza o atendimento. Quem procura hospital por conta própria costuma acabar em reembolso parcial — ou em negativa, se o procedimento não era coberto. Salve o telefone no celular antes de embarcar.
Aqui o seguro não é recomendação: é requisito de entrada, conferido na imigração.
| Requisito | O que a apólice precisa ter |
|---|---|
| Cobertura médica mínima | 30 mil euros em despesas médicas e hospitalares |
| Validade territorial | Todos os países Schengen do roteiro, não apenas o de entrada |
| Vigência | Todo o período da viagem, da saída ao retorno |
| Coberturas exigidas | Emergência médica, hospitalização, traslado médico e de corpo |
| Comprovação | Apólice com o valor explícito, em papel ou digital |
| Países abrangidos | 29 países, com Bulgária e Romênia integradas desde 2025 |
O ETIAS é a autorização eletrônica de viagem que a União Europeia vai passar a exigir de brasileiros, em implantação junto com o sistema de entrada e saída EES. Ele não substitui o seguro viagem: são exigências distintas e você precisará das duas. As datas de início já foram adiadas mais de uma vez, então confirme o que está valendo às vésperas do embarque.
O benefício do cartão existe, mas tem letra miúda que só aparece na hora de usar.
| Critério | Seguro viagem contratado | Seguro do cartão de crédito | Sem seguro |
|---|---|---|---|
| Condição para valer | Basta contratar antes de embarcar | Passagem comprada naquele cartão | Não se aplica |
| Forma de atendimento | Rede credenciada, sem desembolso | Em geral reembolso posterior | Você paga tudo |
| Atende o mínimo Schengen | Sim, com apólice explícita | Depende do cartão e pode ser questionado | Não |
| Limite de dias de viagem | Definido por você | Costuma ser limitado | — |
| Gestantes e esportes | Coberturas específicas disponíveis | Restrições frequentes | Sem cobertura |
| Central 24h em português | Sim | Varia | Não |
Não é preciso escolher um só. Se o seu cartão já tem o benefício, ele pode funcionar como reforço. O problema é depender exclusivamente dele justamente na emergência, quando a diferença entre rede credenciada e reembolso significa ter ou não ter dinheiro para pagar o hospital na hora.
Não existe tabela fixa: o prêmio é calculado por viagem, a partir do destino e do perfil de quem embarca. Por isso a cotação é feita caso a caso.
Seis fatores entram na conta:
Comece pelo que é obrigatório no destino e suba a partir daí, conforme o risco real da sua viagem.
Fazemos essa análise com você na cotação, sem custo e sem compromisso.
Destinos, datas de ida e volta e quem vai viajar.
Conferimos o que o país de destino exige de cobertura.
Comparamos seguradoras, redes credenciadas e coberturas.
Apólice emitida antes do embarque, com o voucher digital.
Voucher salvo no celular e telefone da central na agenda.
A ordem importa. Acionar a central antes do atendimento é o que garante que a seguradora pague direto ao hospital, em vez de você adiantar em moeda estrangeira.

Checamos a exigência do país e se a seguradora tem rede credenciada onde você vai estar.
Esportes, gestação e doenças preexistentes: mostramos os limites antes, não depois.
Comparamos coberturas e assistências entre seguradoras registradas na SUSEP.
Depende do destino. Para os 29 países do Espaço Schengen é exigência formal de entrada, com cobertura mínima de 30 mil euros em despesas médicas. Outros destinos, como Cuba, também exigem. Para os demais não é obrigatório, mas o Itamaraty orienta contratar: o governo brasileiro não custeia tratamento médico de brasileiros no exterior.
Trinta mil euros em despesas médicas e hospitalares, válidos em todo o Espaço Schengen e por todo o período da viagem. A apólice precisa deixar esse valor explícito, porque é o que o agente de imigração confere.
São 29 países, incluindo Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda, Áustria e Grécia. Bulgária e Romênia passaram a integrar o espaço em 2025. Irlanda e Reino Unido não fazem parte e têm regras próprias, embora o seguro continue recomendado.
Em geral, não. Ele costuma exigir que a passagem tenha sido comprada naquele cartão, funciona por reembolso — você paga a conta lá fora e recebe depois —, tem limite de dias de viagem e restringe gestantes, esportes de aventura e doenças preexistentes. Para o Schengen, ainda é preciso apresentar um documento que comprove os 30 mil euros, e a carta genérica do cartão costuma gerar questionamento na imigração.
O ETIAS é uma autorização eletrônica de viagem que a União Europeia vai passar a exigir de brasileiros. Ele não substitui o seguro: são exigências distintas e complementares. A implantação vem sendo feita em etapas junto com o sistema EES e as datas já foram adiadas algumas vezes, então confirme a exigência vigente antes de embarcar.
De forma limitada. O padrão do mercado é cobrir apenas a emergência: o atendimento necessário para estabilizar uma crise aguda de condição já existente, sem custear a continuidade do tratamento. Existem planos com cobertura ampliada. Declare a condição na contratação.
Podem, com limite de semanas de gestação, que varia conforme a seguradora e costuma ficar entre a 24ª e a 32ª semana. Despesas com o recém-nascido geralmente não estão cobertas. Confirme o limite antes de comprar a passagem.
A cobertura de bagagem é complementar à da companhia aérea, não substitutiva. Você precisa registrar a ocorrência com a companhia, guardar o comprovante e respeitar os prazos da apólice. O valor costuma ser uma indenização fixa, não o preço real dos pertences.
Só se a cobertura de cancelamento estiver contratada, e ela paga apenas nos motivos previstos em contrato, como doença comprovada ou falecimento na família. Desistência por mudança de planos não está coberta.
Não é obrigatório, mas resolve o que o SUS e o plano de saúde não resolvem em viagem: remoção médica entre cidades, extravio de bagagem, atraso de voo e despesas fora da área de cobertura do seu plano.
Ligue para a central de atendimento antes de procurar hospital. É ela que indica o prestador da rede e autoriza o atendimento, o que evita que você pague do próprio bolso. Procurar atendimento por conta pode transformar a cobertura em reembolso parcial, ou em negativa.
Depende do plano e do destino. Onde há rede credenciada, a seguradora paga direto ao prestador e você não desembolsa. Fora da rede, o modelo é de reembolso mediante recibos. Esse é um dos pontos mais importantes a conferir antes de contratar.
Não no plano padrão. Esqui, mergulho, trilha de alta montanha e atividades similares exigem cobertura específica, contratada à parte. Sem ela, acidente na prática do esporte fica por sua conta.
Não. A apólice precisa ser emitida antes do início da viagem, e a maioria das seguradoras exige alguma antecedência. Contratado depois do embarque, o seguro não cobre a viagem em curso.
Conferimos a exigência do país, comparamos seguradoras registradas na SUSEP e emitimos a apólice antes do seu embarque.
Um capital livre de inventário e de imposto, pago direto a quem você indicar.
Ver seguro de vidaCasa vazia durante a viagem é risco. Incêndio, furto e danos elétricos cobertos.
Ver seguro residencialConsulta, limpeza, canal e urgência com cobertura garantida pelo Rol da ANS.
Ver seguro odontológico